Fica para a próxima...
Nunca fui muito de ficar nervoso perante os grandes momentos. Nos testes da escola, primeiro, e nos exames da faculdade, depois, era sempre dos mais calmos. Ainda hoje recordo com um sorriso a ida apressada de colegas até ao WC mais próximo para aliviar a tensão acumulada que, seguindo à risca as leis da gravidade, passava rapidamente de nó na garganta a revolução intestinal.
Mais recentemente, aquilo que para muitos é motivo para transpiração - as entrevistas de emprego – têm sido oportunidades para conversas francas e descontraídas com o(a) interlocutor(a) de ocasião, transformado muitas vezes em futuro patrão, colega ou director.
Nervoso, nervoso, fico com o aproximar da data da revalidação do Bilhete de Identidade. Não por ser alérgico à tinta em que nos esmagam o indicador nem por ter particular ódio às fila da Loja do Cidadão. O que realmente me tira do sério são as fotografias tipo passe. O nome, já de si, é ridículo, mas depois aquela coisa de me sentar num banquinho a olhar para a câmara e ter que fazer o meu melhor sorriso amarelo, deixa-me doido. É que quase nem durmo na noite anterior! Não me interpretem mal, não é que eu seja particularmente vaidoso, mas que diabo, é aquela fronha que todas as entidades oficiais, bancárias, empregadoras, policiais, bem como amigos e colegas, vão ver nos próximos 5 anos! No mínimo um tipo tem que esforçar-se para não se parecer com uma alforreca das profundas e gélidas águas do Atlântico norte, não? Eu juro que desta vez até tentei, mas o melhor que consegui foi ficar parecido com o que poderia ser o cruzamento entre um saguim e um batráquio de olhos esbugalhados, apanhado no meio da estrada pelos faróis de um camião cisterna.
Enfim, daqui a 5 anos há mais...
Mais recentemente, aquilo que para muitos é motivo para transpiração - as entrevistas de emprego – têm sido oportunidades para conversas francas e descontraídas com o(a) interlocutor(a) de ocasião, transformado muitas vezes em futuro patrão, colega ou director.
Nervoso, nervoso, fico com o aproximar da data da revalidação do Bilhete de Identidade. Não por ser alérgico à tinta em que nos esmagam o indicador nem por ter particular ódio às fila da Loja do Cidadão. O que realmente me tira do sério são as fotografias tipo passe. O nome, já de si, é ridículo, mas depois aquela coisa de me sentar num banquinho a olhar para a câmara e ter que fazer o meu melhor sorriso amarelo, deixa-me doido. É que quase nem durmo na noite anterior! Não me interpretem mal, não é que eu seja particularmente vaidoso, mas que diabo, é aquela fronha que todas as entidades oficiais, bancárias, empregadoras, policiais, bem como amigos e colegas, vão ver nos próximos 5 anos! No mínimo um tipo tem que esforçar-se para não se parecer com uma alforreca das profundas e gélidas águas do Atlântico norte, não? Eu juro que desta vez até tentei, mas o melhor que consegui foi ficar parecido com o que poderia ser o cruzamento entre um saguim e um batráquio de olhos esbugalhados, apanhado no meio da estrada pelos faróis de um camião cisterna.
Enfim, daqui a 5 anos há mais...

3 Comments:
podemos ver??? :)
Até podiam, mas a seguir teria que vos matar. E aí quem ia ler os disparates que escrevo por aqui ?
Amigo, as máquinas não fazem milagres. Eh!Eh!Eh!!
Não descanso enquanto não vir isso.
Mas eu tenho uma bem melhor na carta de condução...depois de digitalizarem a fotografia nem te sei dizer o que pareço...
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