Ho... ho... h...ó seu animal, esse brinquedo é meu!
Mas que raio se passa com as pessoas? Sendo Natal, seria suposto que as pessoas estivessem imbuídas de um mesmo espírito de amor, paz e fraternidade, não?
“E estão!” – poderá contrapor algum optimista distraído.
Caro optimista – respondo eu – experimenta ir ao Colombo numa destas noites. A rambóia começa logo no parque de estacionamento, onde os lugares vagos são mais raros que uma virgem no festival do sexo de Barcelona.
Depois da proeza de conseguir estacionar a viatura sem levar nas trombas de um “gorila” com 100Kg e de uma “senhora” com menos dentes do que a minha sobrinha, a cegada prolonga-se para os corredores. Estou convencido que se Jesus fosse vivo e por algum estranho motivo lhe apetecesse ir passear ao Colombo, nem ele ia conseguir abrir caminho por aquele mar de gente. Talvez por não ser senhor de um tão grande amor ao próximo, eu consegui.
Finalmente, as lojas. Meus amigos, se há local onde se pode ver o pior da condição humana é numa loja do Colombo no período que antecede o Natal. Esqueçam o Cambodja, esqueçam o Iraque, esqueçam a Cova da Moura. São todos uns meninos perto das mães e pais suburbanos que, na tentativa de encher os filhos de presentes, mandam às malvas o espírito natalício e se engalfinham pelo último exemplar do boneco da moda ou pela mais recente novidade tecnológica. Tenho a impressão que, para algumas mães, há presentes mais difíceis de conseguir do que foi parir os filhos a quem se destinam.
Conclusão: quem disse que o Natal é uma época de paz, devia estar a referir-se ao som da chapadas que a maior parte daquela gente merecia só pelo simples facto de ali estar....
Ainda assim, se algum de vocês (ou alguém que conheçam), tiver que se aventurar num incursão pelo Colombo, aqui fica um conselho que pode significar a diferença entre a vida e a morte: “viagem” ligeiros. Nada de sacos nas mãos nem de casacos que prendam os movimentos. Ir acompanhado, então, nem pensar. Afinal, quem vai para a guerra só sobrevive se contar apenas consigo...
“E estão!” – poderá contrapor algum optimista distraído.
Caro optimista – respondo eu – experimenta ir ao Colombo numa destas noites. A rambóia começa logo no parque de estacionamento, onde os lugares vagos são mais raros que uma virgem no festival do sexo de Barcelona.
Depois da proeza de conseguir estacionar a viatura sem levar nas trombas de um “gorila” com 100Kg e de uma “senhora” com menos dentes do que a minha sobrinha, a cegada prolonga-se para os corredores. Estou convencido que se Jesus fosse vivo e por algum estranho motivo lhe apetecesse ir passear ao Colombo, nem ele ia conseguir abrir caminho por aquele mar de gente. Talvez por não ser senhor de um tão grande amor ao próximo, eu consegui.
Finalmente, as lojas. Meus amigos, se há local onde se pode ver o pior da condição humana é numa loja do Colombo no período que antecede o Natal. Esqueçam o Cambodja, esqueçam o Iraque, esqueçam a Cova da Moura. São todos uns meninos perto das mães e pais suburbanos que, na tentativa de encher os filhos de presentes, mandam às malvas o espírito natalício e se engalfinham pelo último exemplar do boneco da moda ou pela mais recente novidade tecnológica. Tenho a impressão que, para algumas mães, há presentes mais difíceis de conseguir do que foi parir os filhos a quem se destinam.
Conclusão: quem disse que o Natal é uma época de paz, devia estar a referir-se ao som da chapadas que a maior parte daquela gente merecia só pelo simples facto de ali estar....
Ainda assim, se algum de vocês (ou alguém que conheçam), tiver que se aventurar num incursão pelo Colombo, aqui fica um conselho que pode significar a diferença entre a vida e a morte: “viagem” ligeiros. Nada de sacos nas mãos nem de casacos que prendam os movimentos. Ir acompanhado, então, nem pensar. Afinal, quem vai para a guerra só sobrevive se contar apenas consigo...

1 Comments:
A quem o dizes...
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