Na Gulbenkian até dia 14 de Janeiro (não deixem de ver)
«Eu não sigo escola alguma. As escolas morreram. Nós, os novos, só procuramos agora a originalidade.” Amadeo Souza-Cardoso (entrevista ao jornal O Dia, 04/12/1916)
Eu fui à noite (a exposição pode ser vista até às 22h) e foi uma experiência muito interessante. Engraçado também foi notar a quantidade de pessoas que faziam fila para entrar. Quem diz que os portugueses ligam pouco à cultura devia dar um saltinho à Gulbenkian. A exposição, propriamente dita, é maravilhosa. O homem era, de facto, um génio. E fazia jus à frase que transcrevo no post. Estou em crer que ele terá experimentado todos os estilos de pintura conhecidos. Na altura em que percorria os corredores da Gulbenkian não pude deixar de pensar que havia ali uma certa dose de esquizofrenia... Afinal não. É apenas criatividade. Muito bom.
Concordo. Quantas vezes não me senti já fora de mim com o que me foi pedido e, especialmente, para quando foi pedido... Será que o trabalho do nosso Souza-Cardoso também sofreu influências dessa escola já clássica que é o stress dos prazos? Fica a dúvida...
6 Comments:
Já fui e gostei muito. Aconselho a um dia de manhã, porque à tarde está muita gente.
O homem era um génio da pintura.
Eu fui à noite (a exposição pode ser vista até às 22h) e foi uma experiência muito interessante. Engraçado também foi notar a quantidade de pessoas que faziam fila para entrar. Quem diz que os portugueses ligam pouco à cultura devia dar um saltinho à Gulbenkian. A exposição, propriamente dita, é maravilhosa. O homem era, de facto, um génio. E fazia jus à frase que transcrevo no post. Estou em crer que ele terá experimentado todos os estilos de pintura conhecidos. Na altura em que percorria os corredores da Gulbenkian não pude deixar de pensar que havia ali uma certa dose de esquizofrenia... Afinal não. É apenas criatividade. Muito bom.
E será que a criatividade não é uma espécie de esquizofrenia? Um acto De nos transcendermos a nós próprios?? De criar uma realidade alternativa?
De qualquer forma, qualquer evento cultural bem comunicado chama público, e se os portugueses estão ávidos de cultura...
Venham mais eventos e acontecimentos assim.
Concordo. Quantas vezes não me senti já fora de mim com o que me foi pedido e, especialmente, para quando foi pedido... Será que o trabalho do nosso Souza-Cardoso também sofreu influências dessa escola já clássica que é o stress dos prazos? Fica a dúvida...
oh, e eu perdi-a! :(
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