Pelas minhas contas, já deve ter para cima de 50 anos. Mas aposto que continua com as faces rosadas, de pernas roliças e com o mesmo ar de marota com que calcorreava as montanhas de cume branco. O esgrouviado do Pedro, depois de ter fugido com a empregada brasileira, deve andar a emborcar caipirinhas numa esplanada de Copacabana. Já o avô, deve estar a servir de fertilizante para o prado verdejante que alimenta as vaquinhas lilases que vemos hoje nos anúncios de tv...
Dia 9 cá estarei para confirmar (ou não) a veracidade destas e outras especulações.
Fiquei sem saber se isto seria um sinal de que "alguém" também quer vir de viagem ou se seria apenas uma dica de que "alguém" está a precisar de uma cama nova...
Mesmo os mais distraídos já devem ter reparado que a Selecção Nacional de râguebi atingiu, no passado fim-de-semana, o maior feito da sua história: apurou-se para a fase final Campeonato do Mundo da modalidade, a realizar em França em Setembro e Outubro próximos.
Para os mesmo muito distraídos, recordo que a Selecção Portuguesa foi a primeira equipa não profissional a conseguir o apuramento para esta competição. O que é um feito notável, sem dúvida.
Mas a partir daqui a coisa “pia mais fino”. Os tubarões estão lá todos. À boleia desta metáfora, acrescento que o “tubarão branco” do râguebi está no grupo de Portugal. A equipa da Nova Zelândia, que curiosamente o mundo conhece como os “All Blacks”, são uns senhores pequeninos e com um ar nada assustador, como convém nestas coisas do desporto da bola oval.
O que há de curioso nos “All blacks” - para além de terem todos pinta de serem capazes de parar um camião TIR com os dentes - é o ritual que os meninos cumprem antes de cada partida. Baseado numa antiga cerimónia de guerra Maori chamada Haka, a “dança” que podem ver aqui parece atingir (pelo menos) dois propósitos: motiva os rapazes de negro e deixa os jogadores adversários com a sensação de que deveriam ter seguido o conselho dos respectivos pais, optando pela natação sincronizada ou pela ginástica rítmica...
Nos Estados Unidos, a moda mais recente parece ser a exploração das(os) universitárias(os) nas revistas de carácter erótico-porno. “Qual é a novidade?” - perguntam vocês, profundos conhecedores do universo pornográfico e da sua tendência para a exposição de figuras ligadas à relação educandas-educadoras, desde as colegiais até às professoras marotas, de saias curtas e óculos na ponta do nariz...
Pois bem, a questão é que desta vez não são adultos(as) a fazerem de estudantes. Desta feita, são mesmo os alunos(as) a dar o corpinho ao manifesto (literalmente), e as publicações são as próprias revistas universitárias. Bom, posso estar enganado, mas tanto quanto me recordo, as revistas que acompanharam o meu trajecto escolar não passavam de folhecas brancas impressas a preto com, no máximo, umas fotos onde era uma sorte descortinar os objectos retratados...
Agora temos coisas destas e destas como instrumento de comunicação e (muito) esclarecedoras de que as coisas já não são como eram antigamente.