Antes eles que nós
O que tem o purgatório em comum com a Maria Madalena, o túnel do Marquês e as varinas da Nazaré? Para mim, e até ontem à noite, rigorosamente nada. Hoje percebo a relação. Sou um homem iluminado, portanto. Aconteceu ontem, pelas 23h30, no Jardim de Inverno do São Luiz.
Ouvi Deus, vi Jesus e quase que apanhava com os bafos de uma ganza divina. Tudo isto em apenas uma hora e meia de um espectáculo onde texto e actores se mostraram ao nível que a (boa) comédia portuguesa nos tem vindo a habituar.
“Antes eles que nós”, um bom exemplo do que a capacidade criativa pode fazer para chamar espectadores às salas de teatro. A de ontem estava pelas costuras.
Católicos, testemunhas de jeová e taxistas não devem perder esta peça, sob pena de irem parar ao inferno.
Ouvi Deus, vi Jesus e quase que apanhava com os bafos de uma ganza divina. Tudo isto em apenas uma hora e meia de um espectáculo onde texto e actores se mostraram ao nível que a (boa) comédia portuguesa nos tem vindo a habituar.
“Antes eles que nós”, um bom exemplo do que a capacidade criativa pode fazer para chamar espectadores às salas de teatro. A de ontem estava pelas costuras.
Católicos, testemunhas de jeová e taxistas não devem perder esta peça, sob pena de irem parar ao inferno.


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