Dica importante para quem vai visitar Amesterdão pela 1ª vez.
Ao passear por Amesterdão, é bom que o turista incauto conheça a ordem das prioridades na estrada. Assim, a prioridade absoluta vai para as bicicletas. Estão por todo o lado e vêm de todas as direcções. Atenção, portanto, aos velocípedes.
Logo a seguir na escala das prioridades estão os ciclomotores. Andam frequentemente nas vias reservadas às bicicletas e, uma vez que têm motor, deslocam-se mais depressa. O que, obviamente, os torna mais perigosos do que os velocípedes.
Em seguida tem prioridade o Tram. O eléctrico lá do sítio desloca-se com relativa rapidez e, por vezes, fá-lo pelo meio de zonas densamente povoadas por peões, o que os torna perigosos. O estalinho da buzina(?) pode não ser suficiente para alertar o transeunte para a sua presença. Cuidado com ele, portanto.
Os automóveis surgem em 4º lugar na ordem de prioridades. Não são muitos a circular pela cidade (comparando com Lisboa, por exemplo), mas podem ser perigosos. Principalmente porque têm que desviar-se das bicicletas.
Em seguida estão cães, gatos, pombos e demais animais de pequeno/médio porte que possam andar pela cidade. São poucos, é certo, mas convém não esquecer a sua primazia face ao último elemento desta ordem de prioridades: o peão.
Não é fácil ser-se peão em Amesterdão. Dois olhos revelam-se insuficientes para os perigos que espreitam a cada esquina e nos assaltam a cada travessia de estrada. Andar no passeio é, obviamente, obrigatório. Deixar os seus limites é partir, por sua conta e risco, para um mundo onde reinam pneus, pedais e guiadores. Ter isso em conta é o primeiro passo para apreciar as belezas de Amesterdão.
PS - Esta exposição nada tem de científico, é estritamente pessoal e resulta de dois ou três quase atropelamentos. Como peão e como ciclista. Ou seja, como vítima e como agressor.
Ao passear por Amesterdão, é bom que o turista incauto conheça a ordem das prioridades na estrada. Assim, a prioridade absoluta vai para as bicicletas. Estão por todo o lado e vêm de todas as direcções. Atenção, portanto, aos velocípedes.
Logo a seguir na escala das prioridades estão os ciclomotores. Andam frequentemente nas vias reservadas às bicicletas e, uma vez que têm motor, deslocam-se mais depressa. O que, obviamente, os torna mais perigosos do que os velocípedes.
Em seguida tem prioridade o Tram. O eléctrico lá do sítio desloca-se com relativa rapidez e, por vezes, fá-lo pelo meio de zonas densamente povoadas por peões, o que os torna perigosos. O estalinho da buzina(?) pode não ser suficiente para alertar o transeunte para a sua presença. Cuidado com ele, portanto.
Os automóveis surgem em 4º lugar na ordem de prioridades. Não são muitos a circular pela cidade (comparando com Lisboa, por exemplo), mas podem ser perigosos. Principalmente porque têm que desviar-se das bicicletas.
Em seguida estão cães, gatos, pombos e demais animais de pequeno/médio porte que possam andar pela cidade. São poucos, é certo, mas convém não esquecer a sua primazia face ao último elemento desta ordem de prioridades: o peão.
Não é fácil ser-se peão em Amesterdão. Dois olhos revelam-se insuficientes para os perigos que espreitam a cada esquina e nos assaltam a cada travessia de estrada. Andar no passeio é, obviamente, obrigatório. Deixar os seus limites é partir, por sua conta e risco, para um mundo onde reinam pneus, pedais e guiadores. Ter isso em conta é o primeiro passo para apreciar as belezas de Amesterdão.
PS - Esta exposição nada tem de científico, é estritamente pessoal e resulta de dois ou três quase atropelamentos. Como peão e como ciclista. Ou seja, como vítima e como agressor.

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