6-0, ganham as mulheres.
Ontem fui jantar com alguns ex-colegas da faculdade. Oito anos depois do final do curso, é bom saber que estamos todos mais ou menos na mesma. Tirando uma ou outra rugazita de expressão (que até nos fica bem) e um grama ou outro a mais (ou a menos, no caso de alguns), os anos parecem não ter passado por nós. Continuamos a dizer disparates, as gargalhadas ainda são as mesmas e algumas piadas também. Excepção feita a um ou outro que ainda se encontram com alguma frequência, a maioria não se via há mais de quatro anos (altura em que alguém se lembrou de organizar o último jantar deste género). Mas quem nos visse facilmente acreditaria estar presente um jantar de colegas de trabalho, habituados a um contacto próximo e diário.
Curioso foi também notar a diferença que não estava lá. A ausência (no jantar) dos filhos de alguns e da capacidade (voluntária) de procriação de outros, foi um dos temas da conversa. E curiosamente, ou talvez não, reparámos que as meninas são mais despachadas que os rapazes. De todos nós, homens, nem um está casado. Há os que vivem sozinhos, os que têm namorada e os quase noivos; mas casados, nem por isso. Já elas (todas casadas ou em união de facto), são umas máquinas reprodutoras - com todo o respeito que elas sabem que me merecem. Dois filhos daqui, dois de acolá, mais um dali e um outro a caminho. No total é uma goleada à antiga: 6-0 em filhos para as mulheres. Ainda assim, não foi nada que nos fizesse esmorecer. Afinal, ainda se ouviu um ou outro desabafo de mãe dizendo-nos que, de certa forma, nos invejavam. Eu não iria tão longe, mas confesso que a ausência de determinado tipo de responsabilidades (das outras é impossível fugir) por enquanto ainda não é uma preocupação. Quer-me parecer que os relógios biológicos masculinos estão é a precisar de pilhas novas...
Curioso foi também notar a diferença que não estava lá. A ausência (no jantar) dos filhos de alguns e da capacidade (voluntária) de procriação de outros, foi um dos temas da conversa. E curiosamente, ou talvez não, reparámos que as meninas são mais despachadas que os rapazes. De todos nós, homens, nem um está casado. Há os que vivem sozinhos, os que têm namorada e os quase noivos; mas casados, nem por isso. Já elas (todas casadas ou em união de facto), são umas máquinas reprodutoras - com todo o respeito que elas sabem que me merecem. Dois filhos daqui, dois de acolá, mais um dali e um outro a caminho. No total é uma goleada à antiga: 6-0 em filhos para as mulheres. Ainda assim, não foi nada que nos fizesse esmorecer. Afinal, ainda se ouviu um ou outro desabafo de mãe dizendo-nos que, de certa forma, nos invejavam. Eu não iria tão longe, mas confesso que a ausência de determinado tipo de responsabilidades (das outras é impossível fugir) por enquanto ainda não é uma preocupação. Quer-me parecer que os relógios biológicos masculinos estão é a precisar de pilhas novas...

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home