Os “alfinetes de peito” matam
É verídico e não sou eu que o digo. Parece que um estudo levado a cabo pela Escola de Saúde Johns Hopkins levou à dramática conclusão de que o sexo oral aumenta as probabilidades de cancro.
Dizem os senhores estudiosos que as pessoas que, ao longo da sua vida, praticaram sexo oral com mais do que cinco parceiros têm 250% mais hipóteses de sofrer de cancro na garganta do que aquelas que não praticam sexo oral.
Parece que há um vírus que blábláblá e coiso, provocando um blábláblá e tal, na medida em que blábláblá.
Ora bem, meus amigos, quer-me parecer que isto é uma grande falácia (não confundir com glande nem com felatio). Trata-se, sem dúvida, de uma enorme cabala contra uma técnica milenar de oferecer prazer ao ente amado (assim mesmo, sem “m”), com a qual não podemos compactuar.
Por isso proponho que esqueçamos este “estudo” e sigamos as nossas vidas, com o mesmo altruísmo com que temos vivido até aqui, na certeza de que não há vírus capaz de interromper esta corrente do amor... oral.
Dizem os senhores estudiosos que as pessoas que, ao longo da sua vida, praticaram sexo oral com mais do que cinco parceiros têm 250% mais hipóteses de sofrer de cancro na garganta do que aquelas que não praticam sexo oral.
Parece que há um vírus que blábláblá e coiso, provocando um blábláblá e tal, na medida em que blábláblá.
Ora bem, meus amigos, quer-me parecer que isto é uma grande falácia (não confundir com glande nem com felatio). Trata-se, sem dúvida, de uma enorme cabala contra uma técnica milenar de oferecer prazer ao ente amado (assim mesmo, sem “m”), com a qual não podemos compactuar.
Por isso proponho que esqueçamos este “estudo” e sigamos as nossas vidas, com o mesmo altruísmo com que temos vivido até aqui, na certeza de que não há vírus capaz de interromper esta corrente do amor... oral.

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