O meu prédio dava um filme.
Primeiro foram as inundações nas garagens provocadas pelas obras da Câmara numa rua das traseiras. Inundações do esgoto, note-se. Ou seja, este vosso amigo e alguns vizinhos andaram às tantas da noite a limpar o cocó (literalmente) e muitas outras porcarias que ameaçavam os nossos haveres. Foi uma experiência enriquecedora, asseguro-vos.
Depois foram as confusões com os vizinhos da frente que se acham mais importantes do que todos os outros. Com direito a gritaria e tudo. Foi lindo. Por pouco não partia a cara a um individuo com idade para ser meu pai. Felizmente, o meu bom-senso não resvalou para o mesmo sítio para onde seguiu a boa educação e o civismo do dito energúmeno...
Para terminar (já vos disse que tudo isto aconteceu em menos de um ano?), eis que um vizinho mais distraído, vendo a água a desaparecer-lhe das torneiras por “culpa” da acção zelosa de um funcionário da Companhia que, imagine-se, lhe cortou a água só pelo facto de ele não ter pago a conta, resolve também ele fazer das suas. Pôs-se o dito vizinho a mexer no contador da água que, felizmente para ele, se encontra nas escadas do prédio e, eis senão quando, a água irrompe com estrondo pelo cano que faz a ligação ao referido contador. E quando digo estrondo, quero dizer que foi o fim do mundo em cuecas, meus amigos. O desgraçado do homem levou um banho monumental e, por acréscimo, ajudou a lavar as escadas do prédio e ainda algumas divisões das casas de outros dois vizinhos (para além da dele próprio). Diz quem viu que a rampa de acesso ao prédio parecia uma pequena cascata, faltando apenas umas palmeiras para completar o quadro quase tropical.
Enfim, está bom de ver que animação não falta cá pelo burgo. De tal maneira que estou até a considerar a hipótese de desistir da assinatura da TV Cabo em favor deste carnaval que é o meu prédio.
Depois foram as confusões com os vizinhos da frente que se acham mais importantes do que todos os outros. Com direito a gritaria e tudo. Foi lindo. Por pouco não partia a cara a um individuo com idade para ser meu pai. Felizmente, o meu bom-senso não resvalou para o mesmo sítio para onde seguiu a boa educação e o civismo do dito energúmeno...
Para terminar (já vos disse que tudo isto aconteceu em menos de um ano?), eis que um vizinho mais distraído, vendo a água a desaparecer-lhe das torneiras por “culpa” da acção zelosa de um funcionário da Companhia que, imagine-se, lhe cortou a água só pelo facto de ele não ter pago a conta, resolve também ele fazer das suas. Pôs-se o dito vizinho a mexer no contador da água que, felizmente para ele, se encontra nas escadas do prédio e, eis senão quando, a água irrompe com estrondo pelo cano que faz a ligação ao referido contador. E quando digo estrondo, quero dizer que foi o fim do mundo em cuecas, meus amigos. O desgraçado do homem levou um banho monumental e, por acréscimo, ajudou a lavar as escadas do prédio e ainda algumas divisões das casas de outros dois vizinhos (para além da dele próprio). Diz quem viu que a rampa de acesso ao prédio parecia uma pequena cascata, faltando apenas umas palmeiras para completar o quadro quase tropical.
Enfim, está bom de ver que animação não falta cá pelo burgo. De tal maneira que estou até a considerar a hipótese de desistir da assinatura da TV Cabo em favor deste carnaval que é o meu prédio.


6 Comments:
Meu Coelhinho!!!! Que querido!!!! Fiquei preocupado...fiquei sim senhor...e só tenho uma pergunta...o condómino que apoquentou o cano não foste tu, não? E não desistas da TV cabo porque qualquer dia estarás a assistir numa Grande reportagem de qualquer país ás venturas e desventuras do teu prédio.Só mesmo contigo, coelhinho...
Meu caro amigo, folgo em saber que a tua experiência no Oriente não te roubou o sentido cáustico. Penso até que seria interessante partilhares algumas das experiências que por aí tens vivido. Serão, com certeza, bem mais interessantes do que aquelas que por aqui lês. Para quando um blogs só teu? Uma coisa do género "Memórias de uma queixa". Fica a ideia...
Sabes o que te digo,
vai comer uma bela de uma refeição á Rita,
de preferência bem regada
que logo esqueçes essa ramboia toda.
aquele abraço.
Curto.
Sabes o que te digo,
vai comer uma bela de uma refeição á Rita,
de preferência bem regada
que logo esqueçes essa ramboia toda.
aquele abraço.
Curto.
Sabes o que te digo,
vai comer uma bela de uma refeição á Rita,
de preferência bem regada
que logo esqueçes essa ramboia toda.
aquele abraço.
Curto.
Coelhinho, sem qualquer sentido cáustico te digo que não tenho experiências na vida suficientemente interessantes para partilhar como aparentemente alguns dos meus amigos como por exemplo o pató. Acresce o facto do meu tempo ser muito limitado e só me dar para ler e comentar com agrado os Blogs dos meus amigos. Sem saber das vossas experiências não era ninguém. Sonho em um dia poder ter o meu...Reiterar também o meu obrigado por me deixares participar no teu.
Bem haja a todos e especialmente ao gazu.
PS qdo e que vens cá ao Oriente fazer uma visita?
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